Bombeiros encontram cinco corpos após deslizamentos; menina de 6 anos estava abraçada com a mãe

O Corpo de Bombeiros encontrou na tarde desta terça-feira (31) mais três corpos de vítimas soterradas após deslizamentos de barreiras, no Grande Recife. Três pessoas foram achadas na Vila dos Milagres, na Zona Oeste, e outras duas, em Jardim Monte Verde, entre o Recife e Jaboatão, ponto em que morreram mais de 20 pessoas após o temporal. De… Parentes reconhecem corpos encontrados na Vila dos Milagres, no Recife — Foto: Katherine Coutinho/g1

O Corpo de Bombeiros encontrou na tarde desta terça-feira (31) mais três corpos de vítimas soterradas após deslizamentos de barreiras, no Grande Recife. Três pessoas foram achadas na Vila dos Milagres, na Zona Oeste, e outras duas, em Jardim Monte Verde, entre o Recife e Jaboatão, ponto em que morreram mais de 20 pessoas após o temporal.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, uma menina de 6 anos é uma das vítimas. Ela estava abraçada com a mãe, também achada morta, quando a barreira deslizou na Vila dos Milagres, no Barro, Zona Oeste do Recife.

O balanço mais recente do governo de Pernambuco, compilado às 11h, apontou 100 mortes confirmadas entre a quarta-feira (25) e esta terça. Ainda não se sabe se as cinco mortes fazem parte do relatório estadual.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, em Jardim Monte Verde, os corpos estavam abraçados. As vítimas eram um homem e uma mulher, cujas identidades não foram informadas. Na Vila dos Milagres, foram achados um homem, uma mulher e uma criança.

Os bombeiros informaram que a identificação oficial só pode ser feita pelo Instituto de Medicina Legal (IML). Entretanto, parentes das vítimas da Vila dos Milagres disseram que as vítimas são um casal e a filha.

A mulher foi identificada apenas como Gabriela. O homem, como Fábio Luiz Calaça, de 41 anos. A menina, cujo nome não informado, tem 6 anos. De acordo com o major Rafael Queiroz, que comanda as buscas no local, a menina estava abraçada com a mãe.

“Quando a chuva intensifica, temos que retrair a equipe, para não deixar a equipe em perigo. Então, é um trabalho arriscado, mas essa é a nossa missão. [A menina] estava abraçada com a mãe e o pai estava um pouco mais afastado”.

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